Vale do Capão - local onde se pratica, turismo ecológico: trilhas, caminhadas e outros; surge a opção de turismo esotérico: medicina alternativa, alimentação natural, meditação e outros. Também faz parte do Circuito dos Diamantes, situando-se a 60 km do aeroporto de Lençóis. Número de leitos: 300
Chapada Norte - região situada ao norte da Chapada Diamantina, torna-se cada vez mais conhecida e compõe o Circuito do Ouro, denominação decorrente de várias expedições de "entradas" dos desbravadores de Francisco Dias D'Ávila, em busca das jazidas do precioso metal. Especialmente os municípios de Jacobina e Morro do Chapéu são ricos em grutas com inscrições rupestres, rios, serras e cachoeiras. Nesta região está localizado o Parque das Cachoeiras, com mais de 45 quedas d´água e diversas trilhas ecológicas. Em Jacobina existe um aeroporto para aviões de pequeno porte.
Número de leitos: 450
Número de leitos: 450
As atrações naturais são tantas que é possível escolher entre roteiros subterrâneos das grutas, das cachoeiras, caminhar por antigas trilhas de garimpeiros ou cavalgar entre vales como o do Pati em meio a comunidades esotéricas e alternativas. Com muita sorte é possível até, da serra do Capa Bode, em Mucugê, avistar no céu naves de extraterrestres, como já viram muitos habitantes da cidade.

O patrimônio histórico conta a saga do garimpo em cada beco e nos casarões seculares das cidades de Lençóis, Rio de Contas, Andaraí, Mucugê e no minúsculo distrito serrano de Xique-xique do Igatu, “a cidade de pedras”. Estas cidades nasceram e floresceram com o Ciclo do Minério, a partir do século XVII, quando aconteceu a febre do ouro, dos diamantes e o sonho do enriquecimento rápido. Os distritos e povoados que compõem os municípios da Chapada Diamantina têm qualquer coisa envolvendo o fantástico. Os moradores, a maioria velhos e crianças, contam histórias de coronéis perversos, tesouros escondidos, escravos sacrificados que no final viram fantasmas, assombrações ou coisa parecida. Entre as mais fantásticas está a “lenda do Pai Inácio”, transformada em roteiro para cinema.
As belezas cênicas da Chapada Diamantina encantam os visitantes a tal ponto que muitos acabam ficando. Foi o caso do biólogo americano Roy Funch, que se naturalizou brasileiro e mora em Lençóis há mais de 20 anos. A paixão de Funch pela Chapada foi tamanha que em 1982 chegou a escrever um trabalho “Chapada Diamantina, uma reserva natural” em defesa da criação de um parque nacional, o que veio a acontecer três anos depois. O Parque Nacional da Chapada Diamantina foi criado em 1985, por decreto federal, abrangendo uma área de 152 mil hectares da serra do Sincorá e arredores, entre os municípios de Lençóis, Palmeiras, Andaraí, incluindo o distrito de Igatu, e Mucugê.
Para fazer turismo na Chapada Diamantina é necessário observar alguns pré-requisitos indispensáveis como ter resistência física, consciência ecológica no sentido de respeitar a natureza contribuindo para a preservação da fauna e da flora (nunca adquirir plantas ou animais silvestres nas estradas para desestimular a captura), contratar os serviços de um bom guia para os passeios ecológicos e, especialmente, não ter pressa, pois os caminhos da Chapada escondem atrações surpreendentes só reveladas a quem tem calma e disposição.
Para fazer turismo na Chapada Diamantina é necessário observar alguns pré-requisitos indispensáveis como ter resistência física, consciência ecológica no sentido de respeitar a natureza contribuindo para a preservação da fauna e da flora (nunca adquirir plantas ou animais silvestres nas estradas para desestimular a captura), contratar os serviços de um bom guia para os passeios ecológicos e, especialmente, não ter pressa, pois os caminhos da Chapada escondem atrações surpreendentes só reveladas a quem tem calma e disposição.
Parque da Chapada Diamantina
Em 1985 foi criado, por decreto federal, o Parque Nacional da Chapada Diamantina, que abrange 84 mil km2 da serra do Sincorá e arredores, entre os municípios de Lençóis, Palmeiras, Mucugê e Andaraí, incluindo o distrito de Xique-Xique do Igatu, conhecido como "a cidade das pedras". O orgão oficial de turismo da Bahia, a Bahiatursa, definiu duas áreas dentro da Chapada, conforme suas origens: Circuito do Diamante, que abrange Lençóis, Andaraí, Mucugê e Palmeiras; e o Circuito do Ouro, compreendendo Rio de Contas, Abaíra, Jussiape e Piatã.
As atrações naturais são tantas que é possível escolher entre os variados roteiros: subterrâneos das grutas, das cachoeiras, caminhar por antigas trilhas de garimpeiros ou cavalgar nos vales como o do Pati ou do Capão, em meio a comunidades esotéricas e alternativas. Com muita sorte é possível até, da serra do Capa Bode, em Mucugê, avistar no céu naves de extraterrestres, como já viram muitos habitantes da cidade.
O Morro do Pai Inácio é o cartão postal mais famoso da Chapada Diamantina. Do alto dele, se vêem quilômetros e quilômetros de planalto enfeitados por morros íngrimes e de topo chato. A subida é fácil, mas exige algum fôlego de quem subir numa tacada só. Lá em cima, o guia conta aos turistas a Lenda do Pai Inácio, uma história cujo desfecho é completamente surreal. Se bem contada, a lenda pode provocar risos compulsivos.
Um dos maiores atrativos da Chapada são as grutas subterrâneas com águas cristalinas dentro, como o Poço Encantado e o Poço Azul. Um único homem, o Miguel, é autorizado pelo Ibama a mergulhar no Poço Encantado para retirar o calcário que com o tempo se acumula na superfície, afetando a transparência da água. De março a setembro, um raio de sol invade a gruta por uma abertura na parede e ilumina o fundo de pedra, 60 metros abaixo, compondo vários tons de azul . É uma visão inesquecível.!!

Dicas para Conhecer o Parque
Para quem vai conhecer as belezas do parque é necessário ter em mente que a maior parte do tempo você vai passar andando. Há pontos turísticos interessantes que podem ser feitos de carro ou até mesmo em alguns minutos a pé, mas os lugares realmente bonitos levarão dias de caminhada entre matas, rios e penhascos gigantescos.

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